aquele dia
15 nov 2011 Deixe um comentário
O céu de um azul violento a fazia caminhar rápido e manter os olhos no chão. Os pensamentos eram depressivos porque a resolução do problema já era clara e não era boa. Ergueu os olhos e enxergou ele. Assim seus passos mudaram para lentos e a expressão para severa. Se aproximou e o cumprimentou com um aceno de cabeça.
- Para onde foi todo aquele amor que você falava tanto?
- Por favor, não vamos falar sobre isso.
- Eu estou fazendo uma pergunta.
- Dói mexer nisso.
Ela sentiu seu mundo desfalecer pensando em mil significados de porque doía mexer naquilo. Aquele era o fim aparentemente. Mas não podia ser o fim enquanto ela ainda pensasse nele. Ela chorou e nunca obteve uma resposta.

